O tempo desgasta-nos. Torna-nos moles e vulneráveis. Muda-nos consoante vai passando. É um factor irreversível e incontornável na nossa vida; e
cabe a nós mesmos geri-lo da melhor forma possível para que, equilibradamente, possamos ser capazes de fazer um pouco te tudo. É preciso tempo para nós mesmos, é preciso tempo para pensar no nosso futuro, tempo para dedicar àqueles a quem o nosso coração pertence.
Tempo… Está ao serviço de todos e simultaneamente é o chefe de nós mesmos. Estamos sempre limitados pelo tempo que temos; e sabiamente
gerimos o tempo conforme o nosso organismo ordena. Eu sou mais um escravo deste condicionante. Aprendo a geri-lo à medida que vou crescendo, sei, melhor que nunca, que ele é escasso e ao
mesmo tempo interminável. Foge pelos dedos quando estamos atarefados e parece infindável quando o aborrecimento bate à porta; é o tempo
psicológico que domina, não o tempo cronológico, pois este é sempre igual todos os dias apesar de nós mesmos não nos apercebermos de tal
realidade! Agora que (penso que) sei gerir o tempo uso e abuso dele. Ocupo-o da melhor forma possível e aproveito os intervalos de monotonia,
transformando-os nas mais diversas maneiras de encontrar uma (falsa) paz interior. Alcanço-a e inspiro nela toda a fora que preciso para viver mais um
dia. Pois a realidade é que os dias são todos passados da mesma forma monótona e todas as forças que tenho não chegam para suportar tudo o que
aí vem. Dou o melhor de mim cada dia que passa, tentando obter sempre o máximo que a vida tem para dar. E o que ganho com isso? Sinceramente
não sei, por vezes parece que aproveitar o tempo ou desperdiçá-lo não tem diferença nenhuma. Por vezes… Mas na verdade à sempre uma diferença, por mínima que seja, há. O tempo que a gente dispensa para os amigos, nunca é tempo perdido. Dar
amor àqueles que sempre lá estiveram, sair, rir, passear com essas pessoas é a melhor forma de transformar a amarga monotonia em doces
momentos para recordar com sorrisos. Achei uma forma de aproveitar o tempo, de metamorfoseá-lo em algo verdadeiramente útil. Contudo é necessário (saber) perder tempo; por estranho que possa parecer é preciso: o universo exige um perfeito equilíbrio natural. Como a
noite está para o dia, os sorrisos para as lágrimas, o sim para o não, também o tempo proveitoso está para o tempo perdido. Deve ser por isso que uns
dias o vazio inunda o que noutros dias se encontrava cheio, logo aproveitamos hoje o tempo que amanha iremos desperdiçar. E assim vai sendo, num ciclo do qual não podemos escapar vivemos durante uma vida toda. Podemos optar por dificultar o destino e rumar contra
a maré, ou podemos aproveitar a viagem calma e serenamente. Eu encontro-me num meio termo. Ando de acordo com aquilo que o destino
programou, mas a vontade de remar contra a corrente é bem grande; porém, é possível contornar o destino? Não me quer parecer que seja, todavia se tal for concretizável fá-lo-ei, não sei como nem de que forma, mas é algo a ser feito. Até lá vivo neste
meio termo, contemporaneamente remo contra a maré e aprecio a viagem para a qual não comprei nenhum bilhete. Sigo em frente (e para traz
também), sorrio (e por vezes choro), vivo uma vida (a)normal e (im)perfeita dizendo (pouco) alegremente: “sou (parcialmente) feliz!”
acho bem -.- mas nao gostei :c nao venhas cá desabafar cmgo q eu dou-te logo com os pés ó ;D (estou no gozo, eu quero q venhas ;; ) és feio, feio feio :D bacalhau ;3
A noite nunca fui. Quer dizer, fui mas já era muito tarde e so queria dormir que as 3h da manha tinha de tar acordado =S Mas agora que tou de férias, devo ir aí à noite! Deve ser linda não sei, se tu o dizes acredito *.*
Olha e adicionares não? xD
gil_18_@hotmail.com